February 2012
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January 2012
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Teenage Wasteland
Seattle. 1996. Estava em estado de paz e tranquilidade que sabia que não iria durar muito tempo. Olhava fixamente para o teto cimentado, tentando entender qual era o sentido de se sentir estúpida. Estava, agora, em um estado de tristeza tão grande, que continuou com os movimentos rápidos e firme com os dedos, para obter um pouco de tranquilidade novamente. Aquela...
Vamos jogar?
O prazer da dor.
Stéphane Legrand estava sentada na poltrona da sala escura, tendo apenas o brilho da lua que atravessava as portas de vidro que davam acesso à varanda. Sabia muito bem o que havia naquela sala; já decorara cada coisa dali. Estava fitando a porta com aqueles intensos olhos verdes, só esperando que se abrisse e revelasse a pessoa certa. Sua atenção jamais saia da...
Vamos jogar?
Parceiro de apostas.
– Faletti… – sussurrou como se não quisesse ser notada.
– O que é, Stéphane? – o mais velho mal se deu ao trabalho de olhar para a parceira.
– Fiz algo de errado?
– Não, não é isso.
– Então por que está irritado? – ajoelhou-se por trás do maior e pousou as mãos sobre os ombros deste, vendo-o suspirar.
– Não é com você, Stéphane. Só me deixe...
Vamos jogar?
O sorriso da meia noite.
Mais um. Perdemos mais um bem diante de nossos olhos.
– Ele não mandou a carta, agiu sem nos avisar – comentei ao léu, sabendo muito bem que ambos me ouviriam.
– Talvez ele tenha seus truques baixos também. Talvez compre algumas apostas e não só as faça.
– O quê? – indaguei e, pelo que vi pelos olhos de Kurt, ele também não entendia onde o moreno...
You know why people cut? Because it’s a distraction. For one moment you don’t feel all the pain, the loss, the hurt. All you feel is that razor going into you’re skin, the blood dripping down you’re arm, leg, stomach. You don’t think about how alone you are or how fat and ugly you are. You don’t think about the way people talk about you behind your’ back. You don’t think about how your’ family is...
A verdade que já não lembrava.
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Ele já não sabia mais o que fazer para acalmar aquela fera que implorava por sangue de novas vítimas. Não sabia mais o que falar àquele rei de copas que lhe olhava torto, ou àquela dama de ouros que desviava o olhar, que dirá ao valete de paus que já não dizia mais nada; já nem estava mais ali. O coringa, talvez, fosse o único que poderia entendê-lo. Só...
December 2011
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Vamos jogar?
Todo jogo tem suas perdas.
Fora tarde demais. Enquanto tentávamos descobrir o que ele queria dizer com “Há algo no rei que se difere dos outros”, a manhã de domingo trouxe o que temíamos. Mais um corpo fora encontrado, daquela vez nos fundos de um famoso cassino na cidade. A vítima fora Riley Sager, contador financeiro. Tinha toda a história de Sager e no final, o que era pior,...
Letters to Anyone: First Warning
Vamos jogar?
Escritas com o sangue da vítima no fundo branco.
Tinha em seus pensamentos a armadilha perfeita para sua próxima presa e já não tinha mais como adiar. Já estava prolongando aquela morte a muito mais tempo do que desejava. Já conhecia cada passo que seu alvo dava ao dia, decorara eximiamente a rotina nada complexa que aquela pessoa reservava para si e era terrivelmente...
Letters to Anyone: Second Letter.
Vamos jogar?
Talvez aquelas duas palavras me trouxessem “felicidade”.
– Doutor, a paciente das três horas está aí – Raquel avisou, mas sem nem sequer entrar em minha sala.
– Sim, peça para entrar – murmurei cansadamente.
O dia parecia bem agitado e já não conseguia mais ordenar meus pensamentos. A verdade é que não conseguia deixar de pensar naquela carta que recebera mais cedo, juntamente...
November 2011
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Letters to Anyone
Vamos jogar?
Aquelas duas palavras que me forçaram a aceitar o convite.
Era uma manhã calma naquele lugar pacato que chamava de casa. O sol brilhava belamente do lado de fora da casa branca com um belo jardim exterior. As nuvens corriam lentamente pelo céu azul tão claro. Não parecia ser um indício de que choveria, apesar de assim desejar. O vento soprava sem pretensão alguma, só brincando com...
Ela: porque você largou aquela garota?
Ele: porque ela tinha o mesmo defeito das outras.
Ela: qual?
Ele: Ela não era voce.
RECLAMAÇÃO PARA MIM MESMA
Está difícil respirar agora não é mesmo? Sinto que minhas forças estão indo embora e que em breve irei cair sem vida ao chão. Meus pulmões não aguentam mais o ar pesado da minha respiração fora de controle e meu coração já não suporta mais os solavancos diários de tristeza que envolvem meu peito. A vida parece tão sem sentido que talvez deixar de viver seja a melhor opção. As pessoas se afastaram,...
100 facts about me
Sim, eu sei que estou atrasada por fazer o #100factsaboutme, mas enfim. Vamos por partes. Rafaela Santiago: 1. Tenho 14 anos com humor de um velho de 90. Impaciência é o meu segundo nome. 2. Já me deram 18 anos. 3. Tenho 1,65. 4. Uso óculos, infelizmente… 5. Minhas unhas são ruídas, não gosto de unhas grandes em mim (até porque pra tocar violão não dá). 6. Comecei a tocar violão com 12...
October 2011
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A Flor
A Flor não merecia esse apelido, não mesmo! Mas, quando pequena era encantadora, por isso, o apelido foi dado pelos pais e até hoje todos em sua volta a chamam assim. Sem merecer. Então, ela cresceu e virou uma flor como qualquer outra por aí. Cresceu, ficou amarga, infeliz e fria. A Flor não gostava de aparecer, não tinha nada a ver com a sociedade local, era uma flor que te digo: não era bonita....
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September 2011
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And the distance show me a new place,
And the distance show a one way.
O que você tem, que me prende tanto a você?
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I’M STILL ALIVE